A homenagem póstuma a esse grande amigo será no próximo sábado na PUC. Também será a formatura da turma de oratória do curso patrocinado pelo Programa Mutirão Cultural da UBE (União Brasileira de Escritores) e pelo Departamento de História da PUC.
Conto com a presença de vocês.
Homenagem ao prof. Antonio Rezk Dia 27 de setembro, sábado, às 9 horas na PUC, prédio novo, sala 62
Era uma vez... Uma lagarta envergonhada, Que pelo chão se rastejava, E todo mundo debochava: Que lagarta desengonçada, Feia e maltratada! Ninguém, dela, gostava, As pessoas, ela, assustava.
Pobre Dona Lagarta... Muito triste ficou, E sentindo-se desprezada, Em um casulo se fechou.
E assim... Passaram-se os dias, Ninguém, a sua falta, sentia, Até que em belo cenário, Enquanto o sol, a vida, aquecia, E a rosa, o jardim, floria, Em um galho pendurado, O casulo se abria.
E uma linda borboleta, De asas bem coloridas, O casulo deixou, Alegrando nossa vida.
E, todos viram o milagre, Que a natureza preparou, A feia e envergonhada lagarta, Na borboleta se transformou.
Já não era desengonçada, Mas, linda e cheia de graça, E a todos superou.
Pois, não mais se rastejava, Pelo contrário, voava, O céu, enfim, conquistou.
Lucia, do Atelier Sucuriú, defendeu seu mestrado e tirou 10!
Segue uma explicação do trabalho, nas próprias palavras da autora:
"Fala de Alteridade, de mim e desse outro, que entrando no espaço (minha cabeça) está agindo sobre mim, transformando as imagens e também sendo apalpado pelos meus tentáculos. É o jogo das relações. O quanto temos de permeabilidade, o quanto nos deixamos transformar pelas nossas relações.
Há uma relação do meu trabalho com o filme 'Queria ser John Malkovich'. Aquele que entrar na cabeça não sairá impune. Sofrerá alguma transformação. Por menor que seja!
Minha orientadora é Shirley Paes Leme. A banca foi composta pela convidada da Faculdade Federal de Uberlândia Prof. Dra. Beatriz Hausher e pela coordenadora do curso de mestrado da Faculdade Santa Marcelina, Prof. Dra. Mirtes Marins."
Parabéns, Lucia!
O Atelier Sucuriú fica na Rua Sucuriú, 263, próximo à Cerro Corá e São Gualter.
Ontem dei uma sapeada na oficina de curta-metragem de César Cabral. Eles estão fazendo roteiros. São uns grupinhos legais. César é o realizador do curta premiado “Dossiê Rê Bordosa”, vejam o trailer:
Sapeei também na aula de instrumentos musicais e experimentalismo de Flávio Cruz. Estão formando um conjunto musical muito maluco! Dei um bonequinho-piolho para ele. Estou piolhando o Sesc!
Esta foi a balada de ontem depois da aula de tear:
Foi aniversário de Ceres, que é aluna de Paula, da turma da tarde. Eu sou da turma da noite.
Dei um hominho de presente que fez o maior sucesso em cima de uma caixinha de música que roda um coração. Jandira deu um marcador de página, que ela faz, em um pacotinho lindo e também BRIGADEIROS!
O bolo foi Rosa quem fez: torta de ricota com cobertura de geléia de morangos e muitos, muitos morangos!
Deu tempo de Cris chegar e comer uns pasteizinhos. O bar é o Lapinha, na esquina da Coriolano. Os garçons, umas gracinhas, e uma batida de frutas vermelhas divina. Tomei uminha só.
Ercília é quem estava mais à vontade. Também, mora na esquina!
Terminou a festa antes da meia noite, coisa de gente comportada.
Quando ele era pequeno, tinha muito medo dos personagens imaginários da sua rua: a Bruxa da Torre, os ossos de dinossauros enterrados no pátio da escola, o buraco sem fundo que a turma da Sabesp fez...
Mas agora ele perdeu todos estes medos e é super corajoso.
Só que ele ainda não gosta muito de tomar banho...
Estou me preparando para um curso que darei para a Editora Moderna.
Vai um trechinho de um dos contos da oficina:
“Era um piolho chamado Godofredo que gostava de filosofia. Ele vivia pensando nos dias, pensando nas coisas, pensando na vida. Pensava se valia a pena ser piolho, se fazia sentido morder os outros ou não. Morder ou não morder. Eis a questão. Godofredo era um piolho muito cabeça. Ele ia pulando de criança em criança no pátio da escola e cada noite dormia numa cabeça, num travesseiro, numa cama, numa casa diferente. Godofredo gostava daquela vida animada, ora aqui, ora ali, e tinha juízos bem claros a respeito das pessoas...”
(Continua em "Sete Histórias para Contar" de Adriana Falcão, com ilustrações de Ana Terra, Editora Moderna.)
Após inúmeros pedidos de Marcia Brito, finalmente aqui está a minha coluna no blog do atelier Caixadagua33!
E para começar, vou mostrar algumas fotos do coquetel de lançamento do evento Jarre 60 Anos, que está em exposição na Livraria Francesa da Vila Olímpia.
O coquetel aconteceu no dia 30 de agosto.
Luzes e Cores de um Maestro: 60 anos de Jean Michel Jarre é uma exposição de fotos do belga Jacques de Selliers, em comemoração ao aniversário do famoso músico francês.
A curadoria do evento é do meu amigo Renato Mundt, fã de Jarre e autor do livro O Homem que Faz a Luz Dançar, que disserta sobre os espetáculos musicais e pirotécnicos do artista francês.
E o projeto visual da exposição ficou a cargo deste que vos escreve.
Seguem as fotos:
Fachada da Livraria Francesa, devidamente personalizada para o evento.
Piso térreo da livraria, com pezinhos indicando o local da exposição.
Trio parada dura: (da esquerda para a direita) Cristóvão Wieliczka, Renato Mundt e Carlos Relva.
Da esquerda para a direita: D´Solrac (artista plástico), Ricardo Alves Melo (presidente do Fã Clube Jarre Brasil), eu e Renato Mundt (curador da exposição).
Quadro de D´Solrac que homenageia Jarre e que será presenteado ao músico na França.
Renato Mundt, sua noiva Solange e o músico da Roland que tocou durante o coquetel.
À esquerda, Nadime Boueri (Coordenadora Regional Sul das Bibliotecas da Prefeitura do Município de São Paulo) e à direita Anna Cristina (UNESCO Brasil).
Toda a equipe!
Luzes e Cores de um Maestro: 60 anos de Jean Michel Jarre está na Livraria Francesa até 13 de setembro. A livraria fica na rua Prof. Atílio Innocenti, 920, Vila Olímpia e a exposição pode ser vista de 2ª a 6ª das 9h30 as 18h30 e sábado das 10h as 14h. Informações (11) 3849-7956.
Olá pessoal, aqui é Genoveva, a correspondente especial interestadual do atelier Caixadagua33 direto de Itacaré, fazendo a cobertura da produção artística do atelier É Idéia.
E o É Idéia lançou uma nova moda por aqui: amostras grátis de baianos itacarenses! Todo mundo quer a sua! E há pelo menos duas versões: o boneco-lápis e o boneco-boneco.
Vejam dois exemplos de amostras grátis personalizadas feita pelo atelier. E veja também a alegria dos itacarenses que já adquiriram as suas versões em bonequinhos de pano: